Vinho
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La Ginestra Chianti DOCG (La Ginestra)

País: Itália (Toscana – Chianti)
Safra: 2006
Tipo: Tinto (85% Sangiovese e 15% de Canaiolo, Colorino, Merlot e Cabernet Sauvignon)
Álcool: 14,00%
Temperatura de consumo: 16ºC a 18ºC
Preço: R$ 48,00

 
ApresentaçãoAnálise TécnicaNossa AnáliseHarmonizaçãoOnde encontrar
Apresentação

La Ginestra é uma cooperativa italiana da Toscana fundada em 1978, que adota técnicas orgânicas no cultivo, na criação e na elaboração de seus produtos. Sua principal bandeira é a não utilização de substâncias químicas em nenhum dos processos, de modo a garantir a qualidade natural de seus alimentos.

A casa produz mel, embutidos suínos, óleo de oliva, grappa e, claro, vinho tinto. Este Chianti DOCG (Denominação de Origem Controlada e Garantida) é um deles, vinificado a partir de uvas provenientes de agricultura biológica, sob o corte de 85% Sangiovese e 15% de uma mistura composta por Canaiolo, Colorino, Merlot e Cabernet Sauvignon.

A produção de vinhos, contudo, teve início apenas em 2001. Hoje, a La Ginestra possui 5 hectares de vinhedos, onde cultiva as três cepas autóctones italianas e as duas de origem francesas, a compor esse exemplar.

Segundo o enólogo italiano Antonio Maccieri, responsável pela importação do vinho ao Brasil, esse Chianti possui a certificação da “Associação do Vinho Orgânico” da comunidade européia. “O vinho é certificado porque o cultivo da uva é feito com tratamento biológico e sua fermentação também é biológica”, informa.

Ele ainda acrescenta que a vinificação do Chianti DOCG é tradicional, realizada com uvas bem maduras e apenas em tanques de aço inox. Não há passagem por madeira.

Da safra 2006 surgiram 12 mil garrafas. MundoVinho experimentou a AAN 05442276, conforme o selo de autenticidade DOCG posicionado sob a cápsula. Deve ser servido entre 16ºC e 18ºC e acompanha massas com molhos fortes e carnes vermelhas como filet mignon e variedades para churrasco.

Análise Técnica

O enólogo italiano Antonio Maccieri, responsável por importar o Chianti DOCG orgânico ao Brasil, afirma que este tinto está pronto para consumo, podendo ainda ser guardado até 2011, o período máximo para oferecer seu melhor ao degustador.

Para ele, a produção orgânica do tinto traz pouca diferença em relação aos vinhos não orgânicos, sendo a principal a não utilização de agrotóxicos ou quaisquer outros produtos químicos, tanto no cultivo das uvas quanto no processo de vinificação.

Visualmente, segundo análise do especialista, o tinto tem coloração vermelha rubi tênue, é brilhante e vivaz. Em relação aos aromas, o enólogo destacou notas de frutas do bosque e vermelhas, delicadas e persistentes.

Na boca, Maccieri apontou a boa estrutura do Chianti DOCG e o classificou como harmônico. De maneira geral, Maccieri considera este tinto jovem e um típico toscano, com predominância de características cedidas pela uva autóctone Sangiovese, que está em 85% de sua composição.

Segundo ele, o Chianti DOCG não passou por madeira durante a vinificação, apenas por aço inox. Deve ser bebido a 18ºC, acompanhando massas com molhos fortes contendo carnes e pratos que levem carnes vermelhas, incluindo filet mignon e carnes para churrasco.

Nossa Análise

O Chianti DOCG da cooperativa italiana La Ginestra, da Toscana é considerado um vinho orgânico, no qual não houve a utilização de substâncias químicas no cultivo das uvas tampouco na vinificação, sendo todo o processo exclusivamente biológico.

Sua coloração é vermelho rubi brilhante, levemente transparente e com reflexos violáceos, que denotam jovialidade.

Sobre os aromas, a equipe MundoVinho identificou intensidade e certa complexidade (diferentes odores), com destaque para as notas de frutas vermelhas como cereja e frutas do bosque, além de notas de ervas e especiarias que, em conjunto, são muito agradáveis.

Em função dos aromas apresentados, é possível afirmar que o Chianti DOCG traz consigo toda a tipicidade da uva Sangiovese da Toscana.

Um vinho seco, sem amargor e com álcool e acidez (sensação boa de frescor que provoca salivação) bem equilibradas. São os pontos positivos na boca. Seus taninos (substância adstringente que seca a boca e amarra lábios e gengivas) aparecem, porém são leves ou finos (macios).

Trata-se de um tinto sem passagem por madeira, de corpo médio (sensação tátil na boca), com retrogosto (sensação à boca depois do gole) de frutas e ervas, e com persistência por volta de 5 segundos, após o gole. Está pronto para ser bebido, mas pode ser guardado até 2011, conforme recomendação do importador. Vai muito bem com massas e carnes vermelhas.

Harmonização

Massas com molhos condimentados
Carnes vermelhas

Onde Encontrar

Magna Import
(11) 2113-0999 (São Paulo)
www.magnaimport.com.br

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